Telemedicina: desafios após a pandemia

A medicina a distância amplia o atendimento e a pandemia mostrou que a modalidade veio pra ficar, requer regulamentação e precisa ser profissionalizada. Essa é uma das conclusões do 7º Fórum A Saúde no Brasil, realizado pela Folha de S. Paulo, que debateu o potencial e desafios da telemedicina.

O evento teve participação da Dr. Alexandra Monteiro, coordenadora do mestrado em telemedicina e telessaúde da UERJ, diretora da ABTms e representante da unidade Rute (Rede Universitária de Telemedicina) da UERJ.

Em sua apresentação, alertou para a necessidade de formação de profissionais capacitados para atuar de forma responsável . “Ainda não temos massa crítica. Embora a lei tenha autorizado, o que se percebeu nos hospitais é que existe uma certe dificuldade do entendimento de como praticá-la.”

Refletindo o posicionamento da ABTms, a diretora apresentou também alguns dos entraves que existem atualmente no setor e são motivos para a existência da ABTms. Entre eles estão a falta de legislação unificada, a necessidade de compatibilidade entre diferentes sistemas e a garantia das premissas obrigatórias de sigilo e confidencialidade previstas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Assista ao vídeo: https://tv.uol/18Zs1

Leia a matéria na íntegra: https://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2020/08/medicina-a-distancia-amplia-o-atendimento-e-ja-e-irreversivel.shtml

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