O que falta para a telemedicina avançar no Brasil

A pandemia de Covid-19 evidenciou a necessidade de mudanças em regulamentações e na cultura da classe médica para melhor se adaptar ao atendimento remoto. A afirmação é uma das conclusões da revista Galileu, em matéria com a participação do engenheiro eletrônico Ary Messina, presidente da ABTms e coordenador da Rute (Rede Universitária de Telemedicina).

Após a autorização do Governo Federal e Conselho Federal de Medicina (CFM) do uso da telemedicina em caráter emergencial para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde, pela lei n° 13.989, pouco mais de um mês do primeiro caso de Covid-19 registrado no Brasil, houve uma explosão do atendimento remoto.

Para Messina, hoje, a nossa maior dificuldade nesse território não é só técnica. “O maior problema sempre foi a falta de conhecimento dos gestores dos hospitais, dos municípios e dos próprios médicos”. Ele destaca também a importância em lugares remotos.

Acompanhe o posicionamento do presidente da ABTms e outros especialistas na matéria: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/09/o-que-falta-para-telemedicina-avancar-no-brasil-e-quais-seus-beneficios.html

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