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Ronaldo Mota: medicina sem EAD pode?

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Ronaldo Mota, Reitor da Universidade Estácio de Sá. FOTO: Folha do Povo.

Muitas vezes me perguntam, com certa ironia, se seria possível um curso de graduação de Medicina na modalidade educação a distância (EaD). Todas as vezes, sem titubear, respondo: “Tanto em Medicina como em um conjunto de outras carreiras, a formação exclusivamente a distância não seria adequada; porém, acho que seria igualmente inadmissível um curso contemporâneo de Medicina sem as ferramentas da educação interativa baseadas nas tecnologias digitais”.

Na verdade, as terminologias que separam abruptamente as modalidades presencial e a distância são anacrônicas e favorecem pouco o inexorável futuro de uma educação flexível, híbrida e personalizada. Essas denominações foram consolidadas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira de 1996. Leia mais


American Heart Association lança aplicativo para sobreviventes de ataques cardíacos

mediumNavegar no caminho da recuperação após um ataque cardíaco é desafiador para os pacientes. Na alta, muitos pacientes não entendem sua condição ou mudanças de estilo de vida necessárias. Além disso, após a alta, muitos pacientes lutam para aderir aos seus planos de tratamento. A não-adesão pode ter grandes consequências: cerca de 1/5 dos sobreviventes de ataques cardíacos com mais de 45 anos terão outro ataque cardíaco dentro de 5 anos após o primeiro.

Os pacientes precisam de ferramentas inovadoras que fornecem informações acionáveis ​​nos dias críticos e meses após a alta hospitalar. É por isso que a American Heart Association criou o My Cardiac Coach, um novo aplicativo móvel que visa educar e envolver sobreviventes de ataques cardíacos, capacitando sua recuperação com as mais recentes informações baseadas em evidências, a fim de ajudá-los a adotar melhores habilidades de autogestão e estilos de vida mais saudáveis.  Leia mais


G1: Telemedicina proporcionando atendimento médico de qualidade em áreas de difícil acesso no Brasil

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Frame retirado da reportagem transmitida no Jornal Nacional (FONTE: G1).

Na última segunda-feira (24), o Jornal Nacional, noticiário transmitido pela TV Globo, apresentou uma reportagem sobre os resultados positivos do uso da telemedicina.

A reportagem trouxe o caso da cidade de Restiga, no Rio Grande do Sul, aonde pacientes podem realizar consultas oftalmológicas com médicos que estão a 40km de distância, tudo através de um sistema virtual que permite o contato entre o especialista e o paciente. Leia mais